Vem
"Vem Vem abraçar-me com água na boca outra vez. Esquece o meu sangue demente. Ama-me. Peço-te. Já foste capaz. Vem Acorda-me de noite devagar. Há já tantas guerras no Mundo todo. Anda proteger este nosso. Protege-me. Vem A minha vida é já tão perigosa, tão cruel. Às vezes é preciso ternura. Um só gesto. Vem" Patrícia Baltazar , in A RH- (Sanguis Languens), Edição Palavras por Dentro Imagem: MB, Moita, 17.07.2026